quinta-feira, 30 de maio de 2013

Menino de dois anos é curado de paralisia cerebral com células-tronco

Menino de dois anos é curado de paralisia cerebral com células-tronco

Médicos alemães afirmam nesta semana terem curado com sucesso uma criança, de 2 anos, que sofria de paralisia cerebral. O tratamento, realizado a partir de células-tronco do próprio paciente, foi realizado por especialistas do Hospital Universitário de Bochum, na Alemanha. O caso é o primeiro no mundo. As informações foram divulgadas em nota pelo hospital.
O menino, identificado apenas como L.B., sofreu uma parada cardíaca em novembro de 2008. Como sequela, ele sofreu graves danos cerebrais que o levaram ao estado vegetativo. Os médicos alertaram aos pais que as chances de sobrevivência do menino eram mínimas.
Os especialistas, então, começaram a pesquisar quais opções poderiam ser aplicadas para recuperar o menino. Mas, descobriram que não havia nenhum tratamento conhecido para paralisia cerebral infantil.
"Em uma situação desesperada, os pais também pesquisaram na literatura terapias alternativas", disse o Dr. Arne Jensen da Clínica de Ginecologia do Bochum, que realizou o novo tratamento. "Eles nos procuraram e perguntaram sobre as possibilidades de utilização do sangue do cordão umbilical do seu filho, congelado no seu nascimento”.
Nove semanas após o dano cerebral, em 27 de janeiro de 2009, os médicos começaram a administrar as células-tronco por via intravenosa. O progresso foi, então, sendo registrado. Meses após o dano cerebral grave, as crianças sobreviventes normalmente só apresentam sinais mínimos de consciência.
"O prognóstico para o pequeno paciente estava ameaçando, se não impossível" os médicos do hospital afirmam. Mas, apenas dois meses após o tratamento, seus sintomas melhoraram significativamente. A criança aprendeu a falar frases simples e de se mover. Cerca de 40 meses após o tratamento, a criança era capaz de comer de forma independente, andar com ajuda e formar frases curtas.
"Nossos resultados, juntamente com os de um estudo coreano, dissipam as dúvidas de longa data sobre a eficácia do novo tratamento," disse Dr. Arne Jensen da Clínica de Ginecologia do hospital.
Hoje, o jovem continua seu tratamento na unidade hospitalar. A expectativa é de novos progressos em seu tratamento.
Dr. Jensen relatou o caso de sucesso na revista médica Transplantation.

Pesquisa

Estudos com animais revelam que as células estaminais (tronco) têm a capacidade de migrar para o tecido cerebral danificado.
Num estudo anterior com ratos, os especialistas revelaram que as células de sangue do cordão umbilical migram para a área danificada do cérebro em grandes números, dentro de 24 horas após a administração.
Em março de 2013, em um estudo controlado de 100 crianças, os médicos coreanos relataram pela primeira vez que tinha tratado com sucesso paralisia cerebral com sangue do cordão umbilical alogênico.
Menino de dois anos é curado de paralisia cerebral com células-tronco

Médicos alemães afirmam nesta semana terem curado com sucesso uma criança, de 2 anos, que sofria de paralisia cerebral. O tratamento, realizado a partir de células-tronco do próprio paciente, foi realizado por especialistas do Hospital Universitário de Bochum, na Alemanha. O caso é o primeiro no mundo. As informações foram divulgadas em nota pelo hospital.
O menino, identificado apenas como L.B., sofreu uma parada cardíaca em novembro de 2008. Como sequela, ele sofreu graves danos cerebrais que o levaram ao estado vegetativo. Os médicos alertaram aos pais que as chances de sobrevivência do menino eram mínimas.
Os especialistas, então, começaram a pesquisar quais opções poderiam ser aplicadas para recuperar o menino. Mas, descobriram que não havia nenhum tratamento conhecido para paralisia cerebral infantil.
"Em uma situação desesperada, os pais também pesquisaram na literatura terapias alternativas", disse o Dr. Arne Jensen da Clínica de Ginecologia do Bochum, que realizou o novo tratamento. "Eles nos procuraram e perguntaram sobre as possibilidades de utilização do sangue do cordão umbilical do seu filho, congelado no seu nascimento”.
Nove semanas após o dano cerebral, em 27 de janeiro de 2009, os médicos começaram a administrar as células-tronco por via intravenosa. O progresso foi, então, sendo registrado. Meses após o dano cerebral grave, as crianças sobreviventes normalmente só apresentam sinais mínimos de consciência.
"O prognóstico para o pequeno paciente estava ameaçando, se não impossível" os médicos do hospital afirmam. Mas, apenas dois meses após o tratamento, seus sintomas melhoraram significativamente. A criança aprendeu a falar frases simples e de se mover. Cerca de 40 meses após o tratamento, a criança era capaz de comer de forma independente, andar com ajuda e formar frases curtas.
"Nossos resultados, juntamente com os de um estudo coreano, dissipam as dúvidas de longa data sobre a eficácia do novo tratamento," disse Dr. Arne Jensen da Clínica de Ginecologia do hospital.
Hoje, o jovem continua seu tratamento na unidade hospitalar. A expectativa é de novos progressos em seu tratamento.
Dr. Jensen relatou o caso de sucesso na revista médica Transplantation.
 
Pesquisa
 
Estudos com animais revelam que as células estaminais (tronco) têm a capacidade de migrar para o tecido cerebral danificado.
Num estudo anterior com ratos, os especialistas revelaram que as células de sangue do cordão umbilical migram para a área danificada do cérebro em grandes números, dentro de 24 horas após a administração.
Em março de 2013, em um estudo controlado de 100 crianças, os médicos coreanos relataram pela primeira vez que tinha tratado com sucesso paralisia cerebral com sangue do cordão umbilical alogênico.
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terça-feira, 28 de maio de 2013

Nova Iorque oficialmente adota o novo Símbolo Internacional de Acessibilidade

Nova Iorque oficialmente adota o novo Símbolo Internacional de Acessibilidade

O novo Símbolo Internacional de Acessibilidade substitui o antigo, estático e "deficiente" ícone, que retratava uma pessoa deficiente em uma cadeira de rodas, tão estática quanto um objeto

Depois de vários anos de petições por mudança, designers da Gordon College, de Massachusetts, chegaram a uma alternativa à figura de um boneco sentado em uma cadeira de rodas.

Sua nova personagem é dinâmica, inclinada para frente com os braços a postos.

"É algo que se move adiante", Victor Calise, encarregado da Secretaria Municipal de Nova York pelas Pessoas com Deficiência, disse a The Chronicle of Higher Education.

Calise, que ele próprio ficou paralítico após um acidente de ciclismo aos 22 anos, planeja começar a espalhar a nova logo por toda a cidade de Nova Iorque neste verão.
Curtir ·  · por Fernando Souza.

Síndrome de Machado Joseph: Recurso tecnológico atendera alunos com deficiênci...

Síndrome de Machado Joseph: Recurso tecnológico atendera alunos com deficiênci...: Recurso tecnológico atenderá alunos com deficiência auditiva Frequência modulada pessoal (FM) visa melhorar a comunicação e interação de def...http://ataxiaespinocerebelar.blogspot.com.br/

Recurso tecnológico atendera alunos com deficiência auditiva:por Fernando Souza.

Recurso tecnológico atenderá alunos com deficiência auditiva

Frequência modulada pessoal (FM) visa melhorar a comunicação e interação de deficientes auditivos com professores, colegas e família, e ajudá-los a desenvolver mais rapidamente as competências sociais e a linguagem oral.
Estudantes com deficiência auditiva, na faixa de cinco a 17 anos, matriculados nas redes públicas, terão acesso ao si
stema de frequência modulada pessoal (FM) a ser fornecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Esse recurso tecnológico visa melhorar a comunicação e interação de deficientes auditivos com professores, colegas e família, e ajudá-los a desenvolver mais rapidamente as competências sociais e a linguagem oral.
Dados da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC, indicam que 70 mil estudantes apresentam deficiência auditiva e poderão ser atendidos pelo SUS. De acordo com Martinha Clarete Dutra dos Santos, diretora de políticas da educação especial da Secadi, para se beneficiar do sistema pessoal FM, a criança ou adolescente precisa ser usuário de aparelho de amplificação sonora individual (Aasi) ou implante coclear (IC).
A decisão de oferecer o recursos tecnológico para estudantes está na Portaria nº 21, do Ministério da Saúde, publicada no Diário Oficial da União em 8 de maio deste ano. A execução do projeto é dos ministérios da Educação e da Saúde, em parceria com as redes de educação e saúde de estados e municípios.
Martinha Clarete explica que o sistema pessoal FM é composto de um microfone ligado a um transmissor de frequência modulada portátil, usado pelo professor, que capta sua voz e transmite diretamente ao receptor de FM conectado ao aparelho (Aasi ou IC) do estudante. A transmissão direta permite ao aluno ouvir a fala do professor de forma mais clara, eliminando o efeito de ruído ou reverberação do ambiente escolar, além de suprimir a distância entre o sinal de fala do educador e o aluno.
Pesquisa – Para identificar os benefícios pedagógicos do uso do sistema pessoal FM no contexto escolar, e definir os critérios de indicação, o MEC desenvolveu, em 2012, o projeto uso do sistema de FM na escolarização de estudantes com deficiência auditiva em escolas públicas. A pesquisa envolveu 106 escolas, 202 estudantes e 99 professores do atendimento educacional especializado, nas cinco regiões do país.
Martinha Clarete informa que a pesquisa comprovou a eficácia do sistema FM por usuários de Aasi e IC na promoção de acessibilidade no contexto escolar, ampliando as condições de comunicação e interação entre alunos e professores. Ficou claro que o sistema FM agrega uma melhora na comunicação entre os alunos que o utilizam e os demais colegas, professores e pais. Ao melhorar a interação e comunicação oral, diz Martinha, eles desenvolvem mais rapidamente as competências sociais, resultando em exposição maior à linguagem oral.
Articulação – Para que a tecnologia chegue aos alunos será necessária uma articulação entre as redes de educação pública e o SUS, em estados e municípios. Cabe ao MEC qualificar os professores para identificar os potenciais usuários; será responsabilidade das escolas encaminhar os estudantes aos postos de saúde do município. No posto de saúde, a criança ou jovem será examinado por um médico otorrino, que vai fazer a configuração do aparelho e definir a faixa de frequência individual, para que a voz do professor chegue limpa e o aparelho cumpra sua função.
Martinha Clarete diz que é importante o esforço de todos para que a tecnologia chegue aos estudantes que dela precisam e que seu uso amplie as possibilidades de aprendizado. “Não adianta ter um recurso de alta tecnologia se não soubermos usá-lo adequadamente”, explica.Por Fernando Souza.

Fonte: http://portal.mec.gov.br/

domingo, 26 de maio de 2013

jornal do blog:Kartódromo dispõe de karts adaptados para pessoas com deficiência!



Pessoas com deficiência também podem brincar e competir nas pistas do kartódromo internacional de Nova Odessa, instalado a 100 km de São Paulo, às margens da rodovia Anhanguera. O local conta com dois karts totalmente acessíveis. “As funções dos pedais foram transferidas para uma alavanca de freio, acionada pela mão direita, e para uma borboleta de aceleração, acionada pela mão esquerda. Os dois recursos foram instalados próximos ao volante”, explica Moacir Vieira, o Moa, ex-piloto e um dos sócios do Kartódromo. “Estas adaptações não alteram em nada o desempenho dos karts”, afirma.

Moa conta que as facilidades de acesso às dependências internas do kartódromo, os elevadores e helipontos – estes ainda em fase de construção - e os karts adaptados foram contemplados por ele quando começava a riscar as ideias no papel. “Um projeto dessa envergadura tem de ser obrigatoriamente inclusivo”, afirma o ex-piloto. “Um espaço moderno, agradável e bonito como o do kartódromo internacional de Nova Odessa tem de estar aberto a todas as pessoas. Inclusive as pistas de corrida, que são superseguras,” acrescenta.

O kartódromo internacional de Nova Odessa tem 2780 km de extensão e pistas com 9 metros de largura. Além disso, ele c
Kartódromo dispõe de karts adaptados para pessoas com deficiência
onta com uma frota de 50 karts para locação, com motores de 13 HP, e frota de 6 karts infantis com motores de 5 HPs. Além disso, o kartódromo conta com ambulatório médico e ambulância, salas de imprensa e de comissários, duas salas de cronometragem, sala de briefing, área de escape, 65 boxes, estacionamento para 1000 veículos, lanchonete e deck.

Serviço
Local: Nova Odessa, a 100 km da cidade de São Paulo
Endereço: Rod. Anhangüera, Km 116 – sentido interior
Telefones: (19) 9706-0817 / (19) 3466-5506
Tipo de Kart: 13 HP (Para-choque Emborrachado)
Duração da Bateria: 25 Minutos (5 de tomada de tempo e 20 de corrida)
Incluso: Macacão, Capacete, Luvas e Balaclava
Valor: R$ 100,00
Obs.: Guarda volumes fica disponível nos vestiários.

Síndrome de Machado Joseph: jornal do blog: OMS aprova recomendações em plano ...

Síndrome de Machado Joseph: jornal do blog: OMS aprova recomendações em plano ...: OMS aprova recomendações em plano para redução de doenças oculares A porta-voz da Organização Mundial da Saúde (OMS), Fadela Chaib, d...

jornal do blog: OMS aprova recomendações em plano para redução de doenças oculares



OMS aprova recomendações em plano para redução de doenças oculares

A porta-voz da Organização Mundial da Saúde (OMS), Fadela Chaib, disse hoje (23) que foi aprovado um plano de ação que visa à redução dos casos de cegueira e de outras deficiências visuais. Segundo ela, se forem aplicadas as recomendações contidas no plano, a redução poderá chegar a 25% dos casos registrados. A meta, segundo a proposta aprovada, é que no período de 2014 a 2019 as doenças oculares sejam reduzidas em um quarto.

As últimas estimativas mundiais indicam que 285 milhões de pessoas sofrem de alguma deficiência visual. Desse total, 39 milhões são cegas. Segundo especialistas, 80% dos casos podem ser evitados. Pelos dados dos especialistas, as principais causas das deficiências visuais são erros de refração não corrigidos e a catarata.

As deficiências causadas por erros de refração representam 42% dos problemas visuais e a catarata, 33% dos casos. De acordo com a OMS, o plano aprovado servirá para que cada país melhore o acesso das pessoas afetadas aos serviços de reabilitação e tenha programas de controle das doenças oculares como parte dos seus sistemas de saúde.

A OMS considera que um avanço no controle dessas doenças pode reduzir os problemas, principalmente entre pessoas com mais de 50 anos. Segundo estimativas, os idosos concentram 84% dos casos até 2019.
Fonte: Correio Braziliense